terça-feira, maio 05, 2015

A propósito...

Vamos Refletir??

E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
Romanos 8:28
A palavra "propósito" em Romanos vem do termo grego "prothesis" que faz referência
no Antigo Testamento dos pães da proposição, nos quais eram oferecidos em cada Sabádo, correspondendo
as 12 tribos de Israel que por sete dias ficavam sobre a mesa do santuário em frente a porta do tabernáculo.
Nessa proposição, Paulo evoca os pães propostos alí,para um significado de exposição do cuidado
de Deus para com Israel. Esses pães partidos inteciona-nos que a Soberania de Deus está sobre
o controle de toda a nossa existência.
J. Blanchard, pontua que:
Os propósitos de Deus sempre contam com sua provisão.
· Deus está no controle de todos os átomos de seu universo, e mesmo as coisas que
parecem estar em contradição direta com seu amor um dia serão vistas como confirmação
dinâmica de seu poder.


quinta-feira, março 14, 2013

ELE USAVA SANDÁLIAS

HÁ OS QUE CAEM NO SUBJETIVISMO ESPIRITUAL E ARROGAM DE REVELAÇÕES QUE DEMANDAM DE UMA COMUNIDADE O NÃO USO DE SANDÁLIAS PARA UM DETERMINADO PROPÓSITO... ANALISANDO AS ESCRITURAS VEMOS:

1) NUNCA HOUVE DA PARTE DE JESUS NENHUMA INICIATIVA, OU ORDEM EXPRESSA PARA TAL, PELO CONTRÁRIO AS AÇÕES E DITOS DE JESUS NOS REMONTA A TER SOBRIEDADE ATÉ NOS MAIS PEQUENOS DETALHES DE UMA CAMINHADA.

"Chamando os Doze para junto de si, enviou-os de dois em dois e deu-lhes autoridade sobre os espíritos imundos.
Estas foram as suas instruções: "Não levem nada pelo caminho, a não ser um bordão. Não levem pão, nem saco de viagem, nem dinheiro em seus cintos;
CALCEM SANDÁLIAS, mas não levem túnica extra..."
Marcos 6:7-9

"Eu os batizo com água para arrependimento. Mas depois de mim vem alguém mais poderoso do que eu, tanto que não sou digno nem de levar as SUAS SANDÁLIAS. Ele os batizará com o Espírito Santo e com fogo.
Mateus 3:11

2) NUNCA HOUVE DA PARTE DOS APÓSTOLOS, NENHUMA REVELAÇÃO ANGELICAL PARA TAL ATO...NA REALIDADE HOUVE O CONTRÁRIO..

"Repentinamente apareceu um anjo do Senhor, e uma luz brilhou na cela. Ele tocou no lado de Pedro e o acordou. "Depressa, levante-se! ", disse ele. Então as algemas caíram dos punhos de Pedro.
O anjo lhe disse: "Vista-se e CALCE AS SANDÁLIAS". E Pedro assim fez. Disse-lhe ainda o anjo: "Ponha a capa e siga-me".
Atos 12:7-8

Essas duas afirmações bastam...Isto é a simplicidade dos Evangelhos. O que passar disto vem do Maligno!


DIGA NÃO ÀS LOUCURAS HUMANAS EM NOME DE DEUS!!!


domingo, setembro 30, 2012

Um Pouco de Pedagogia

pedag2 

GÁL. 3. 24: De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé.

A PALAVRA “AIO” NO ORIGINAL GREGO ‘PAIDAGOGÓS” DE ONDE SURGE A NOSSA PALAVRA PEDAGOGO.

ESSE AIO, OU TUTOR, ERA UM ESCRAVO QUE CUJA TAREFA ERA CUIDAR DE UMA CRIANÇA ATÉ QUE CHEGASSE À IDADE ADULTA. ERAM FREQUENTEMENTES DISCIPLINADORES SEVEROS.

     Essa instituição era bem conhecida na Antigüidade para a época da infância, a saber, a subordinação a um ―condutor de meninos‖ (versão literal de paidagogós). Esse vigilante é de certo modo uma prisão personificada e ambulante para a duração da primeira mocidade.

A Lei, portanto foi a pedagoga e educadora, ou seja ela teria uma tarefa educativa, a saber, fazer com que amadureçamos em direção de Cristo.

É preciso considerar como os leitores na época de Paulo no contexto urbano daquele tempo experimentavam um paidagogós. Acontecia que um escravo idoso e ranzinza tangia o jovem de uma casa abastada para a escola, carregando ofegante a pesada bolsa deste. Estava munido de uma vara e protegia o rapaz de importunações por parte de estranhos, porém controlava igualmente a disposição infantil dele para brincadeiras, puxava-o asperamente pela orelha e empurrava-o adiante ralhando sempre com ele, a fim de entregá-lo pontualmente ao professor. Lá ele permanecia cochilando durante as horas de aula, até que estivesse na hora de retomar o caminho para casa.

O ponto fundamental de toda essa parábola trazida por Paulo, é que a Lei como pedagoga dos humanos nos conduziu ao Mestre. De “paidagogos” para o “Disdáskalos”, isto é de facilitador para o Professor.

Outro ponto importante é que na verdade a comparação ilustra a função decididamente limitada da lei. Sua função positiva consiste em vigiar a ―nós‖, a saber, Israel, e impedir tentativas de escapar e libertar-se sozinho (cf. Gl 3.23). Contudo a lei não possui nenhuma tarefa educativa, ela não representa uma espécie de curso preparatório da salvação.

Do ponto positivo dessa ilustração para o contexto sócio-político e educador de um pedagogo, podemos a partir dessa simbologia de Paulo, afirmar que:

a) Um pedagogo atual não vai agir da mesma forma como se agia na Idade Antiga, mas a lição que podemos tirar é que a educação é um processo de CONDUÇÃO, tornando o aprendizado o transporte certo e adequado para os alunos. Conduzindo-lhes no caminho, usando da “vara” a fim de proteger das “importunações” e dos “estranhos” importunadores conceitos acerca da Educação.

b) São muitos importunadores da Educação atual. Podemos citar um, que é a própria facilidade midiática às informações de um certo estudo em pauta que pode ser um “importunador” ao processo de assimilação por parte do Aluno. Vivemos na era do “CTRL + C” e “ CTRL + V” tirando do aluno uma boa perspicácia no direcionamento, na coesão, na fundamentação do que é estudado, criando-lhes consciência para prática no mundo.

c) Assim como o “paidagogos” da era de Paulo de forma alguma tinha a incumbência de educar a juventude , e sim era apenas um FACILITADOR E VIGILANTE que apenas conduzia os alunos para escola, assim também é a vida do Pedagogo, posto que ele abre caminhos, facilita os meios, abre os canais, expande a consciência e leva-os a Excelência.

d) Os “Paidagogos” da era paulina não transmitia conhecimento, mito esse carregado por muitos educadores de hoje. O Pedagogo vai mostrar as ferramentas necessárias para a PRODUÇÃO E a CONSTRUÇÃO do conhecimento.

e) O facilitador da aprendizagem vai inserir no ambiente escolar a CONSCIÊNCIA DO INACABADO, DO NÃO-SISTEMA, de que ainda está aberto toda horizontalidade da ciência, sendo que ao fazer tal introdução reivindica dos seus alunos a determinação a novos rumos no aprendizado, deixando-lhes não condicionado a um parâmetro limitado, fechado e sistêmico.

Assim penso ser a função de um Educador-facilitador, de um pedagogo-vigilante aos termos da maestria do conhecimento.

Mário Celso, que nunca pisou numa faculdade de pedagogia



domingo, setembro 09, 2012

Imitadores de Deus


Há algo extremamente fantástico em animadores, humoristas de palco e artistas do riso em geral. É a capacidade de imitar. Sem dúvida isso é uma arte.Imitar ou copiar o comportamento e ações de uma pessoa, donde o artista personifica o imitado é uma tarefa cômica e habilidosa.
E uma das formas mais comuns de imitação existente é a variante sósia, pelo qual assumindo a responsabilidade da proteção de uma celebridade, de um político ou autoridades constituídas, faz com que as atenções do público sejam desfocadas de todos os holofotes.





Com certeza você já imitou alguém. De uma forma ou outra um dia você já copiou alguma ação de alguém muito influente. Ora na hilaridade ora na sobriedade. É fator comum entre seres humanos. Imitar o relativo.

Bem, agora é possível imitarmos o Absoluto? O Apóstolo Paulo discerniu bem isso ao escrever a sua carta aos Efésios. Ele simples e objetivo sem nenhum traço de farisaísmo, afirma "Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados..."

A palavra "imitadores" é a palavra grega "mimetes" de onde se origina a palavra "mímica". É imitar mesmo.Ela aparece sete vezes no Novo Testamento.

Ao sermos imitadores de Deus ou copiadores dEle, somos levados a conhecer a sua Pessoa, bem como as suas manifestações de amor de bondade e de misericórdia.

Ser imitador de Deus  conforme nos mostra na sua Palavra se resume no ato pelo qual Cristo trilhou, viveu, morreu e ressuscitou.

O verso a seguir nos informa, "e andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus em aroma suave".

Ser imitador de Deus é andar no Amor e em Luz. É entrega de si mesmo. É oferta! Não a do gazofilácio! Mas renúncia das nossas pulsões e compulsões que combatem contra o Eterno Bem.

"Porque o Fruto da Luz consiste em toda a bondade, e justiça e verdade, provando sempre o que é agradável ao SENHOR"



Em Cristo que é o nosso Exemplo supremo,

Mário Celso



domingo, maio 27, 2012

Sonhos: O Que A Palavra Diz

sonhos
Creio em sonhos. Creio, não porque cai no misticismo, mas porque habito no místico dessa existência. Creio, porque há abundância de suas manifestações nas Escrituras. Creio, posto que por mediações desse canal, o Eterno se revelou e fatos notórios foram demonstrados aos homens ao longo de toda história humana.
Creio porque no primórdio da revelação divina, uma marca, uma insignia nos corações foi estabelecido. Uma fala sapiençal já nos foi registrado: “ Deus fala de um modo, sim, de dois modos, mas o homem não atenta para isso. Em sonho ou em visão de noite, quando cai sono profundo sobre os homens, quando adormecem na cama, então, lhes abre os ouvidos e lhes sela a sua instrução, para apartar o homem do seu designio e livrá-lo da soberba…” (Jó 33.14-17)
Creio, pela perplexidade que tais manifestações causavam nos antigos, pela credibilidade que denotavam de homens e mulheres ávidos por uma explicação a sonhos que os deixavam confusos. Entenderemos isso se lermos o livro de Gênesis, o livro de Daniel e alguns livros históricos do antigo pacto.
Quando falo de sonhos, falo das manifestações tais como figuras, símbolos, lugares, coisas, personagens estranhos ou não, que nos ocorrem em um estado de dormência, onde todas as nossas volições estão sujeitas e submissas à essas “produções”, sem que tenhamos total controle sobre elas.
Não falo de sonhos que um por estado de deficiência, carência, e profundo desejo de acalentar os  nossos caprichos, são produzidos pelo eco de nossa alma vazia, como pulsão latente de nosso egoísmo. Vemos esse exemplo no vernáculo de Isaías quando dizia e abordava a respeito dos inimigos de Israel, pelo o “sonho” de acabar com Israel. “Será também como o faminto que sonha, que está a comer, porém, acordando, sente-se vazio; ou como o sedento que sonha que está a beber, porém, acordando, eis que ainda desfalecido se acha, e a sua alma com sede; assim será toda a multidão das nações, que pelejarem contra o monte Sião. “
Alguns exemplos abordo aqui, de sonhos notáveis onde denotavam algum aspecto, circunstâncias que homens e mulheres viveram. Quem lembra do sonho de Abimeleque, onde Deus apareceu a ele em uma noite, cuja noite estava preparada para se apossar de Sara, mulher de Abrãao? De forma bem contundente e firme, Deus o reprova e o ameaça de morte. E o sonho de Jacó, que na sua fuga encontra refúgio em uma pedra, tornando-a como travesseiro e ali mesmo teve o mais assombrante e glorioso sonho, de uma escada cujo topo atingia o céu, pelo qual anjos de Deus subiam e desciam por ela e ouve do próprio Deus a revelação magnífica da extensão da sua descendência.
E o que falar também  do sonho de José, cujo aspecto é tão mal entendido e ensinado de forma tão rude e grosseira. O que se ouve por ai a fora é que o sonho de José, deliberasse de si mesmo um desejo de ser maior do que os seus irmãos. Partindo de seus próprios desejos de tomar toda glória para si…e ainda acrescentam: “Você deve como sonhar como José!”. Ledo engano. O seu sonho partira e era oriundo unicamente de Deus, cujo desenrolar histórico apontava para um próposito supremo, longe das conveniências e venetas humanas.
Faltaria tempo de falar do sonho do padeiro e do copeiro de Faraó, donde as suas sinas revelaram-se em sonhos tão agudos. O próprio Faraó sonhara algo pertinente a um conjunto de fatos históricos. O pedido feito por Salomão a Deus, em um sonho onde a Graça e Sabedoria se revelara a ele tão meiga e terna. O sonho do profeta Daniel registrado em sua profecia no capítulo 7, é o típico sonho de esclarecimentos escatólogicos donde relata a suma de todas as coisas, bem como a organização e a desogarnização de alguns impérios. E tudo isso em um sonho!
E aí você pergunta, isso aconteceu somente no Antigo Testamento? Não! Já no príncipio do Evangelho vemos a mão de Deus guiando o fato mais marcante para história da humanidade. O nascimento do Cristo. E nesse contexto aparece a figura angelical a Maria, contado-lhe as boas novas de que no seu ventre abrigaria o LOGOS Eterno. Mas encontrava-se ela num dilema circunstancial. O preparo para o casamento com José geraria nela uma infâmia posto que do nada apareceria grávida pelo Espírito Santo! Uma loucura para os olhos judaico da época. Mas pra encurtar, José ponderava essas coisas no coração e aí pelo respeito e amor que devotara a Maria, deixou-a secretamente.
Então José sonha! E neste um anjo do SENHOR falaria do abrigo e da tabernaculação do Cristo Jesus.Logo depois na demanda de informações requerida pelo Herodes acerca do menino, os magos do Oriente quando reconhecem a Realeza e a Divindade do Menino Cristo, é nos dito o texto sagrado que “ por divina advertência prevenidos em sonhos para não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho…”
E mais uma vez na fuga para o Egito, o anjo do SENHOR aparece a José em sonho ordenando-lhe a sua ida ao Egito para ali permanecer até a morte de Herodes. Tendo este morrido, mais uma vez um anjo do SENHOR aparece a José, e como? Em sonho! Agora ordenando-lhe a sua volta para a Terra de Israel. Só que havia um problema, Arquelau reinava na Judéia no lugar de seu pai Herodes, e aí temeu ser o filho pior ainda do que o pai. E o que aconteceu nesse episódio? Mais uma vez “por divina advertência prevenido em sonho” retirou-se para as regiões da Galiléia. Veja que a vinda do Messias aqui foi permeada de fatos guiados por sonhos e mais sonhos.
Existem dois pólos extremos da coisa: O primeiro, é que a modernidade bem como o produto dela torna o homem seco, vazio de alma e sem percepções espirituais, daí o fato de algumas modernas mentes não credibilzar sonhos, não aceitando que por tais ações a alma grita, a alma cobra e adverte-os.
O outro pólo é no entanto a supervalorização de qualquer que seja o sonho, atribuindo-lhes qualquer interpretação e contextualização do que tal sonho possa representar na vida. Assim as pessoas romantizam os sonhos. Se sonhar com o gato preto miando na sua sala, ja decodifica como um malogro ao próximo dia…E por aí vai. Há um texto no Pentateuco que diz: “Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti, e te der um sinal ou prodígio,  E suceder o tal sinal ou prodígio, de que te houver falado, dizendo: Vamos após outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los;  Não ouvirás as palavras daquele profeta ou sonhador de sonhos; porquanto o SENHOR vosso Deus vos prova, para saber se amais o SENHOR vosso Deus com todo o vosso coração, e com toda a vossa alma.” (Deut. 13).
Bem, termino aqui nessa breve reflexão sobre sonhos…Que o SENHOR seja Aquele que nos guia sempre, atentando sempre o Ele nos diz em sua Palavra, ou usando os recursos da nossa alma falando a nossa consciência sempre fundamentado no que já nos foi revelado.
Em sã consciência(rsrs),
                      Mário Celso

segunda-feira, janeiro 09, 2012

A Graça de Não Pensar Elevada-mente

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Quando Paulo rogava aos irmãos de Roma, rogava com amor e sentimento de Cristo. Rogava pela misericórdia de Deus, rogava para que os seus corpos fossem oferecidos como sacríficios vivo, santo e agradável a Deus. Isso é um Culto. Um forma cultíca de viver constantemente oferecendo-se como oferta de aroma agradável.

Isso os levavam a viver de tal forma que nesse processo de serviço voluntário de holocaustos de volições e sentimentos os tornavam a não viver em conformidade com os padrões desse Século mau, vigente, midiático.
E não vivendo conforme os padrões configurados pela sociedade carregadas de vícios e perversões, o apóstolo nos apresenta uma metamorfose do nosso entendimento para a perfeita experiência da vontade de Deus.
Paulo continua afirmando que a Graça que foi dada a nós, compele-nos a uma submissão de mente, humildade profunda, reverência com o próximo. Aqui está o ponto central de toda o serviço cristão, cujos corpos se colocam como sacrifícios vivos…
“Pois pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um…”
Aqui está a graça de não pensar elevada-MENTE. Quando a graça me é concedida, isso é pra todos e não para alguns,temos alguns princípios básicos de um viver conforme essa dádiva recebida.
Não pensar de si mesmo além do que convém é não se estimar exageradamente, ser vaidoso ou arrogante. É aquilo que o sábio Salomão afirmou “comer muito mel não é bom; assim, procurar a própria honra não é honra” (Pv. 25.27). A busca da honra de si mesmo que não tem no seu semelhante uma imagem honrosa. Se é graça que nos foi concedida, esse favor imerecido de Deus, jamais excederá em orgulho e presunção a minha consciência em detrimento da posição do meu irmão.
Aqui Paulo usa um termo grego “phroneô” que ilustra o exercitar a mente de forma que ela se alimente por um sentimento elevado e consequentemente ter a sua opinião sempre disposta a não considerar a opinião de outro. Isso é terrível, quando a minha opinião sobressai o bom senso, o amor, e a consideração, simplesmente para alimentar as venetas e pulsões do meu saber e das minhas predisposições mentais reprováveis.
Para o antídoto desse comportamento, Paulo reforça a idéia de PENSAR COM MODERAÇÃO. Se para comer, beber devemos ter moderação, por que não para pensar? Mas o pensar aqui não é usar de minhas faculdades mentais de forma sadia. Não, o pensar aqui é ter uma opinião opressora, é ter uma atitude particular ofensiva, é alimentar a idéia de saber, considerar e dispor a minha consciência sempre elevada em relação aos demais.
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Se eu sei, se eu penso, se eu analiso ou pondero em relação ao meu próximo, que eu o faça com moderação, sobriedade conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um. Eu tenho uma medida, você tem a sua, consideremos portanto uns aos outros.
Pense com moderação nisso!
Com amor e sobriedade,
Mário Celso na primeira postagem de 2012



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