quarta-feira, dezembro 14, 2011

Os Astrólogos, e O Divino

estrela

Jesus nasce e a busca-indagação dos magos vindo do Oriente para Jerusalém, faz tornar todos da cidade perplexo.Os astrólogos vindo provavelmente da Pérsia ou da Arábia trazia além de suas bagagens, algo espetacular que denotavam brilho em suas almas. A esperança de encontrar o Rei dos Judeus.
Sempre me chamou muita atenção, esse toque “mágico” do Novo Testamento, referindo-se à ação de homens vindos de uma outra cultura, de uma outra realidade espiritual, de uma outra consciência, fora da realidade judaica de ser, porém que coletivamente os fizeram sair de suas terras afim de abraçar e se prostrar ante  a Majestade daquele que é Rei não só de um povo,mas de todos povos e raças.

“Vimos a sua Estrela no Oriente”, era essa a temática de busca daqueles magos. Ora a Estrela que eles avistaram era diferente das demais comtempladas por eles, posto que a Estrela teve a mobilidade espacial de guiá-los e conduzi-los até Jerusalém.Algumas teorias modernas afirmam que a conjunção de planetas tornaram-na visível no firmamento mundo oriental de então. Teorias a parte, mas o Divino estava encarnando-se no micro espaço da humanidade pela qual a Sua misericórdia e amor brilhava longe dos círculos da obviedade ,fora da compreensão religiosa acachapante dos judeus  que jamais aceitariam o fato de que a Revelação messiânica da Estrela de Jacó não se tornara iluminadora para escribas e fariseus.
Eles Partiram depois de ouvirem um relato de um alarmado rei que contagiado pela enérgica e maligna força do poder, impactado e panicado pelo temor de perda do trono real se gaba de inquiridor da revelação para supostamente e perversamente ir também adorar-matar ao menino.
Eles partiram, seguindo o Guia que apascentará ao povo de Israel conforme revelado em  profecia. Alegram-se e com  grande intenso júbilo denuncia que a astrologia com todas as suas mecânicas de percepções sensoriais e espirituais se rendem perante aquEle que rege o universo e seus multiversos.
Entram na casa e já a família sagrada não se encontravam mais na estrebaria,prostram-se, adoram e  abrem os tesouros do coração:Ouro, a Realeza infinita que se une ao finito-real; Incenso e mirra, a exuberante adoração numa fragrância flagrante da alma que se rende ao Príncipe da Paz.
Com Amor,
Mário Celso

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