segunda-feira, janeiro 09, 2012

A Graça de Não Pensar Elevada-mente

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Quando Paulo rogava aos irmãos de Roma, rogava com amor e sentimento de Cristo. Rogava pela misericórdia de Deus, rogava para que os seus corpos fossem oferecidos como sacríficios vivo, santo e agradável a Deus. Isso é um Culto. Um forma cultíca de viver constantemente oferecendo-se como oferta de aroma agradável.

Isso os levavam a viver de tal forma que nesse processo de serviço voluntário de holocaustos de volições e sentimentos os tornavam a não viver em conformidade com os padrões desse Século mau, vigente, midiático.
E não vivendo conforme os padrões configurados pela sociedade carregadas de vícios e perversões, o apóstolo nos apresenta uma metamorfose do nosso entendimento para a perfeita experiência da vontade de Deus.
Paulo continua afirmando que a Graça que foi dada a nós, compele-nos a uma submissão de mente, humildade profunda, reverência com o próximo. Aqui está o ponto central de toda o serviço cristão, cujos corpos se colocam como sacrifícios vivos…
“Pois pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um…”
Aqui está a graça de não pensar elevada-MENTE. Quando a graça me é concedida, isso é pra todos e não para alguns,temos alguns princípios básicos de um viver conforme essa dádiva recebida.
Não pensar de si mesmo além do que convém é não se estimar exageradamente, ser vaidoso ou arrogante. É aquilo que o sábio Salomão afirmou “comer muito mel não é bom; assim, procurar a própria honra não é honra” (Pv. 25.27). A busca da honra de si mesmo que não tem no seu semelhante uma imagem honrosa. Se é graça que nos foi concedida, esse favor imerecido de Deus, jamais excederá em orgulho e presunção a minha consciência em detrimento da posição do meu irmão.
Aqui Paulo usa um termo grego “phroneô” que ilustra o exercitar a mente de forma que ela se alimente por um sentimento elevado e consequentemente ter a sua opinião sempre disposta a não considerar a opinião de outro. Isso é terrível, quando a minha opinião sobressai o bom senso, o amor, e a consideração, simplesmente para alimentar as venetas e pulsões do meu saber e das minhas predisposições mentais reprováveis.
Para o antídoto desse comportamento, Paulo reforça a idéia de PENSAR COM MODERAÇÃO. Se para comer, beber devemos ter moderação, por que não para pensar? Mas o pensar aqui não é usar de minhas faculdades mentais de forma sadia. Não, o pensar aqui é ter uma opinião opressora, é ter uma atitude particular ofensiva, é alimentar a idéia de saber, considerar e dispor a minha consciência sempre elevada em relação aos demais.
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Se eu sei, se eu penso, se eu analiso ou pondero em relação ao meu próximo, que eu o faça com moderação, sobriedade conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um. Eu tenho uma medida, você tem a sua, consideremos portanto uns aos outros.
Pense com moderação nisso!
Com amor e sobriedade,
Mário Celso na primeira postagem de 2012



3 comentários:

Pri de Luz disse...

Excelente postagem, Mário!

Reativei meu blog para divulgação e venda do livro que lancei.

Continuo seguindo vc. Quer voltar a me seguir?

www.prideluz.blogspot.com

Antonio Batalha disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lendo e Postando disse...

Amém, Deus o abençoe ricamente. A partir de agora sou o seu amigo virtual..rsrs

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